O voleibol foi
inventado em 9 de Fevereiro de 1895
por William George Morgan nos Estados
Unidos da América. O objetivo de Morgan, que trabalhava na ACM de
Holyoke no Massachusetts, era criar um desporto
de equipes sem contato físico entre os adversários de modo a minimizar os riscos
de lesão.
Inicialmente, o
desporto jogava-se com uma câmara da bola de basquetebol e foi chamado Mintonette, mas rapidamente
ganhou popularidade com o nome de volleyball.
Em 1947 foi fundada a
Fédération Internationale de Volleyball (FIVB). Dois anos mais tarde, foi
realizado o primeiro Campeonato Mundial da modalidade, apenas para homens; em
1952, o evento foi estendido também ao voleibol feminino. Em 1964 o voleibol
passou a fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos, tendo-se mantido até à
atualidade.
Recentemente, o voleibol de praia, uma
modalidade derivada do voleibol, tem obtido grande sucesso em diversos países,
nomeadamente no Brasil e nos EUA.
REGRAS
As partidas de voleibol são confrontos envolvendo duas equipes disputados em ginásio coberto. A quadra mede 18 metros de comprimento por 9 de largura, e é dividido por uma linha central em dois quadrados com lados de nove metros que constituem as quadras de cada time. O objetivo principal é conquistar pontos fazendo a bola encostar na quadra adversária ou sair para fora da área de jogo após ter sido tocada por um oponente.
Acima da linha central, é postada uma
rede de material sintético a uma altura de 2,43m para homens ou 2,24m para
mulheres (no caso de competições juvenis, infanto-juvenis e mirins, as
alturas são diferentes).
Cada quadra é por sua vez dividida em
duas áreas de tamanhos diferentes (usualmente denominadas "rede" e
"fundo") por uma linha que se localiza, em cada lado, a três metros
da rede ("linha de 3 metros").
No voleibol, todas as linhas
delimitadoras são consideradas parte integrante da quadra. Deste modo, uma
bola que toca a linha é considerada "dentro" (válida), e não
"fora" (inválida). Acima da quadra, o espaço aéreo é delimitado no
sentido lateral por duas antenas postadas em cada uma das extremidades da
rede. No sentido vertical, os únicos limites são as estruturas físicas do
ginásio.
A bola empregada nas
partidas de voleibol é composta de couro ou couro sintético e mede
aproximadamente 65cm de perímetro. Ela pesa em torno de 270g e deve ser
inflada com ar comprimido a uma pressão de 0,30 kg/cm².
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ESTRUTURA
Ao contrário de muitos esportes
coletivos, tais como o futebol ou o basquete, o voleibol é jogado por pontos, e não por tempo. Cada
partida é dividida em sets
que terminam quando uma das duas equipes conquista 25 pontos. Deve haver também uma diferença de no mínimo dois pontos com relação ao placar
do adversário - caso contrário, a disputa prossegue até que tal diferença
seja atingida. O vencedor será
aquele que conquistar primeiramente três sets.
Como o jogo termina quando um time
completa três sets vencidos, cada partida de voleibol dura no máximo cinco
sets. Se isto ocorrer, o último
recebe o nome de tie-break e termina quando um dos times atinge a marca de
15, e não 25 pontos. Como no caso dos demais, também é necessária uma
diferença de dois pontos com relação ao placar do adversário.
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Cada equipe é composta por doze
jogadores, dos quais seis estão atuando na quadra e seis permanecem no banco
na qualidade de reservas.
As substituições são limitadas: cada
técnico pode realizar no máximo seis por set, e cada jogador só pode ser
substituído uma única vez, devendo necessariamente retornar à quadra para
ocupar a posição daquele que tomara originalmente o seu lugar.
Os seis jogadores de cada equipe são
dispostos na quadra do seguinte modo.
No sentido do comprimento, três estão
mais próximos da rede, e três mais próximos do fundo; e, no sentido da
largura, dois estão mais próximos da lateral esquerda; dois, do centro da
quadra; e dois, da lateral direita. Estas posições são identificadas por
números: com o observador postado frente à rede, aquela que se localiza no
fundo à direita recebe o número 1, e as outras seguem-se em ordem crescente
conforme o sentido anti-horário.
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O JOGO
No início de cada set, o jogador que ocupa a posição 1 realiza o
saque, acerta a bola com a mão tencionando fazê-la atravessar o espaço aéreo
delimitado pelas duas antenas e aterrissar na quadra adversária. Os oponentes
devem então fazer a bola retornar tocando-a
no máximo três vezes, e
evitando que o mesmo jogador toque-a por duas vezes consecutivas.
O primeiro contato com a bola após o
saque é denominado recepção ou passe,
e seu objetivo primordial é evitar que ela atinja uma área válida do campo.
Segue-se então usualmente o levantamento,
que procura colocar a bola no ar de modo a permitir que um terceiro jogador
realize o ataque, ou seja,
acerte-a de forma a fazê-la aterrissar na quadra adversária, conquistando
deste modo o ponto.
No momento em que o time adversário
vai atacar, os jogadores que ocupam as posições 2, 3 e 4 podem saltar e
estender os braços, numa tentativa de impedir ou dificultar a passagem da
bola por sobre a rede. Este movimento é denominado bloqueio, e não é permitido para os outros três atletas
que compõem o restante da equipe.
Em termos técnicos, os jogadores que
ocupam as posições 1, 5 e 6 só podem acertar a bola acima da altura da rede
em direção à quadra adversária se estiverem no "fundo" de sua
própria quadra. Por esta razão, não só o bloqueio torna-se impossível, como
restrições adicionais se aplicam ao ataque. Para atacar do fundo, o atleta
deve saltar sem tocar com os pés na linha de três metros ou na área por ela
delimitada; o contato posterior com a bola, contudo, pode ocorrer no espaço
aéreo frontal.
Após o ataque adversário, o time
procura interceptar a trajetória da bola com os braços ou com outras partes
do corpo para evitar que ela aterrise na quadra. Se obtém sucesso, diz-se que
foi feita uma defesa, e seguem-se novos levantamento e ataque. O jogo
continua até que uma das equipes cometa um erro ou consiga fazer a bola tocar
o campo do lado oponente.
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Se o time que conquistou o ponto não
foi o mesmo que havia sacado, os jogadores devem deslocar-se em sentido
horário, passando a ocupar a próxima posição de número inferior à sua na
quadra (ou a posição 6, no caso do atleta que ocupava a posição 1). Este movimento
é denominado rodízio.
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LÍBERO
O líbero é um atleta
especializado nos fundamentos que são realizados com mais freqüência no fundo da quadra, isto é, recepção e
defesa. Esta função foi introduzida pela FIVB em 1998, com o propósito
de permitir disputas mais longas de pontos e tornar o jogo deste modo mais
atraente para o público. Um conjunto específico de regras se aplica
exclusivamente a este jogador.
O líbero deve
utilizar uniforme diferente dos demais,
não pode ser capitão do time, nem
atacar, bloquear ou sacar. Quando a bola não está em jogo, ele pode
trocar de lugar com qualquer outro jogador sem notificação prévia aos árbitros,
e suas substituições não contam para o limite que é concedido por set a cada
técnico.
Por fim, o líbero só
pode realizar levantamentos de toque do fundo da quadra. Caso esteja pisando
sobre a linha de três metros ou sobre a área por ela delimitada, deverá
executar somente levantamentos de manchete, pois se o fizer de toque por cima
(pontas dos dedos) o ataque deverá ser executado com a bola abaixo do bordo
superior da rede.
PONTOS
Existem basicamente
duas formas de marcar pontos no voleibol. A primeira consiste em fazer a bola aterrisar sobre a quadra adversária
como resultado de um ataque, de um bloqueio bem sucedido ou, mais raramente, de
um saque que não foi corretamente recebido. A segunda ocorre quando o time adversário comete um erro ou uma
falta.
Diversas situações
são consideradas erros:
·
A bola toca em qualquer lugar exceto em um dos doze atletas que estão em
quadra, na rede ou no campo válido de jogo ("bola fora").
·
O jogador toca consecutivamente duas vezes na bola ("dois
toques").
·
O jogador empurra a bola, ao invés de acertá-la. Este movimento é
denominado "carregar".
·
A bola é tocada mais de três vezes antes de retornar para o campo
adversário.
·
A bola toca a antena, ou passa sobre ou por fora da antena em direção à
quadra adversária.
·
Um jogador que está no fundo da quadra realiza um bloqueio.
·
Um jogador que está no fundo da quadra pisa na linha de três metros ou
na área frontal antes de fazer contato com a bola acima do bordo superior da
rede ("invasão do fundo").
·
Postado dentro da zona de ataque da quadra ou tocando a linha de três
metros, o líbero realiza um levantamento de toque que é posteriormente atacado
acima da altura da rede.
·
O jogador bloqueia o saque adversário.
·
O jogador está fora de posição no momento do saque.
·
O jogador saca quando não está na posição 1.
·
O jogador toca a bola no espaço aéreo acima da quadra adversária em uma
situação que não se configura como um bloqueio ("invasão por cima").
·
O jogador toca a quadra adversária por baixo da rede com qualquer parte
do corpo exceto as mãos ou os pés ("invasão por baixo").
·
O jogador leva mais de oito segundos para sacar.
·
No momento do saque, o jogador pisa na linha de fundo ou na quadra antes
de fazer contato com a bola
·
No momento do saque, os jogadores que estão na rede pulam e/ou erguem os
braços, com o intuito de esconder a trajetória da bola dos adversários. Esta
falta é denominada barreira/screening
FUNDAMENTOS
Para jogar voleibol é
necessário dominar um conjunto de seis habilidades básicas, denominadas
usualmente sob a rubrica "fundamentos". Elas são: saque, passe,
levantamento, ataque, bloqueio e defesa. A cada um destes fundamentos
compreende um certo número de habilidades e técnicas que foram introduzidas ao
longo da história do voleibol e são hoje consideradas prática comum no esporte.
O saque ou serviço marca o
início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador posta-se atrás da linha
de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a fazê-la
atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas antenas e aterrisar na
quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção de
seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola. Um saque que não
consegue ser corretamente recebido - seja porque a bola aterrissa
diretamente sobre a quadra, seja porque sai para fora da área de jogo após ser
tocada pelo adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como
em outros esportes tais como o tênis. No voleibol contemporâneo, foram
desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:
* Saque por baixo ou por cima: indica a
forma como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo,
no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do
nível do ombro. A recepção do saque por baixo é usualmente considerada muito
fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de
alto nível.
* Jornada nas Estrelas: um tipo
específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir
grandes alturas (em torno 25 metros).
* Saque com efeito: denominado em
inglês "spin serve", trata-se de um saque em que a bola ganha
velocidade ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la, graças a um efeito
produzido dobrando-se o pulso no momento do contato.
* Saque flutuante ou Saque sem peso:
saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz
com que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória se torne
imprevisível.
* Viagem ao Fundo do Mar ou apenas
Viagem: saque em que o jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como
no momento do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra adversária.
Passe
Também chamado recepção, o passe é o primeiro contato
com a bola por parte do time que não está sacando e consiste, em última
análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua quadra, o que permitiria
que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o principal objetivo deste fundamento é controlar a
bola de forma a fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do
levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.
O fundamento passe
envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o jogador empurra a bola com a
parte interna dos braços estendidos, usualmente com as pernas flexionadas e
abaixo da linha da cintura; e o "toque",
em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.
Quando, por uma falha
de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas
atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se que
esta recebeu uma "bola de graça".
Levantamento
O levantamento é normalmente o segundo contato de um time
com a bola. Seu principal objetivo
consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da
equipe, ou seja, um ataque.
A exemplo do passe,
pode-se distinguir o levantamento pelo forma como o jogador executa o
movimento, ou seja, como "levantamento
de toque" e "levantamento
de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle
maior, o segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite
manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as
regras são mais restritas no que diz respeito à infração de
"carregar".
Também costuma-se
utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação
em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está
olhando.
Quando o jogador não
levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas
decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de
conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de
segunda".
Ataque
O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time
com a bola. O objetivo deste
fundamento é fazer a bola aterrisar na quadra adversária, conquistando deste
modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série
de passos contados ("passada"), salta e então projeta seu corpo para
a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
O voleibol
contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:
* Ataque do fundo: ataque
realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador
que não ocupa as posições 2-3-4. O atacante não pode pisar na linha de três
metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora seja
permitido que ele aterrise nesta área após o ataque.
* Diagonal ou Paralela: indica
a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da
quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na
zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".
* Cortada ou Remate:
refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de
fazê-la aterrisar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode
atingir velocidades de aproximadamente 200km/h.
* Largada: refere-se a um
ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente,
procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem
coberta pela defesa.
* Explorar o bloqueio:
refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra
adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela,
posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.
* Ataque sem força: o
jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa
tentativa de confundir a defesa adversária.
* Bola de xeque: refere-se
à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe
recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).
Bloqueio
O bloqueio refere-se às ações executadas pelos
jogadores que ocupam a parte frontal da quadra (posições 2-3-4) e que têm por
objetivo impedir ou dificultar o ataque da equipe adversária. Elas consistem, em
geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de
interceptar a trajetória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada
pelo oponente.Roberto ficou desesperado e logo pediu tempo técnico.
Denomina-se "bloqueio ofensivo" à
situação em que os jogadores têm por objetivo interceptar completamente o
ataque, fazendo a bola permanecer na quadra adversária. Para isto, é necessário
saltar, estender os braços para dentro do espaço aéreo acima da quadra
adversária e manter as mãos viradas em torno de 45-60° em direção ao punho. Um
bloqueio ofensivo especialmente bem executado, em que bola é direcionada
diretamente para baixo em uma trajetória praticamente ortogonal em relação ao
solo, é denominado "toco".
Um bloqueio é chamado, entretanto, "defensivo" se tem por
objetivo apenas tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a
que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se situam no fundo da
quadra. Para a execução do bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de
penetração dos braços na quadra adversária, e procura manter as palmas das mãos
voltadas em direção à sua própria quadra.
Bloqueio também é classificado, de
acordo com o número de jogadores envolvidos, em "simples",
"duplo" e "triplo".
Defesa
A defesa consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo
evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da
manchete e do toque, já discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao
levantamento, algumas das ações específicas que se aplicam a este fundamento
são:
* Peixinho: o jogador atira-se
no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento
sob o próprio abdômen.
* Rolamento: o jogador rola
lateralmente sobre o próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta
técnica é utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões
após a queda que é resultado da força com que uma bola fora cortada pelo
adversário.
* Martelo/manchete invertida:
o jogador acerta a bola com as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa
oração. Este técnica é empregada, especialmente, para interceptar a trajetória
de bolas que se encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete,
mas para as quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande
demais para a correta manipulação com as pontas dos dedos.
Mais informações:







Muito obrigada ajudou muito no meu trabalho. adorei. ISABELA
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